[RELATO] 22º DIA – VALPARAÍSO

Segunda-feira – 20 de janeiro de 2014

ATENÇÃO: Muitas fotos neste post. ::hãã::

Valparaíso é feia feia, mas é lindíssima e te pega pela mão para subir nos ascensores e te mostra sua arte, suas cores, sua música e, quando tu vê, está morrendo de amores. Valparaíso não demorou nada para se mostrar pra mim. Me deu um Hola longo e sorridente assim que me viu. Me apaixonei por Valpo como mais nada, nem ninguém me fez apaixonar no Chile.

Na manhã seguinte ao dia que chegamos, eu já estava bem melhor da gripe. Depois de comer nossa torrada, comer um iogurte e tomar um café, conversamos mais com a nossa colega de quarto brasileira Erika, e ela decidiu aproveitar suas últimas horas na cidade caminhando com a gente. Erika foi uma das pessoas mais legais que conhecemos nessa viagem. Neste dia, decidimos conhecer toda a parte direita do mapa que o dono do hostel nos deu e, aviso, caminhamos bastante, mas nem foi tão cansativo assim. Atrás do Angel Hostel fica o Ascensor Reina Victoria. Pegamos ele (200 pesos chilenos) e conhecemos mais do Cerro Alegre, cheio de grafites pelas ruas, escadas e ladeiras assim como toda Valparaíso. Não tem como fugir, mas vai valer a pena.

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Ascensor Reina Victoria – Foto: Cassiany Simões

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Nós

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A vista – Foto: Ellen Queiroz

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Iglesia San Luis Gonzaga – Foto: Ellen Queiroz

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Os detalhes – Foto: Ellen Queiroz

É difícil dizer pontos turísticos exatos porque não entramos em nenhum lugar específico, mais caminhamos pela cidade, descobrindo cada rua, cada cor, cada subida e descida, sem se importar com o tempo, nem com seguir um roteiro fixo. É uma cidade ótima para apenas caminhar e, de repente, gatos, muitos gatos, pra todo lado….

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Foto: Ellen Queiroz

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Foto: Cassiany Simões

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Foto: Ellen Queiroz

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Foto: Ellen Queiroz

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Foto: Ellen Queiroz

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Foto: Ellen Queiroz

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Foto: Ellen Queiroz

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cachorro? não, olha o gatinho ali na janelinha 🙂 – Foto: Cassiany Simões

e de repente flores e plantas, muitas flores e plantas, virando à esquina, em cada janela colorida…

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Foto: Cassiany Simões

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Foto: Ellen Queiroz

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Foto: Ellen Queiroz

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Foto: Ellen Queiroz

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Foto: Ellen Queiroz

e de repente arte, muita arte, em todos os cantos, em todas as paredes…

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Foto: Cassiany Simões

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Foto: Cassiany Simões

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Foto: Cassiany Simões

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Foto: Cassiany Simões

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Foto: Ellen Queiroz

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Foto: Ellen Queiroz

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Foto: Ellen Queiroz

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Foto: Ellen Queiroz

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Foto: Ellen Queiroz

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Foto: Ellen Queiroz

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Foto: Ellen Queiroz

e, ao fundo, o Oceano Pacífico.

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Foto: Ellen Queiroz

Em seguida, chegamos ao Cerro Concepción e seguimos para o Paseo Yuogoslavo, onde tem artesanato, uma vista linda, e onde se pode encontrar o Palácio Baburizza e o Museo de Bellas Artes de Valparaíso. Não entramos em nenhum dos dois. Pra quê? Nosso negócio era continuar a caminhar, e caminhar, e caminhar.

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Foto: Cassiany Simões

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Foto: Ellen Queiroz

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Foto: Ellen Queiroz

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Paseo Yugoslavo – Foto: Ellen Queiroz

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Museo de Bellas Artes de Valparaíso – Foto: Cassiany Simões

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Vista para o Ascensor Artillería – Foto: Ellen Queiroz

Depois de um tempo paradas lá, observando a paisagem e tirando fotos, começamos a procurar um lugar pra comer porque a fome já estava se manifestando. Não se vê fast-foods nas ruas de Valparaíso, o que já torna a cidade mais pura, quase como algo intacto. Andando um pouco além da Plaza de Justicia, onde fica os Tribunales de Justicia e a ex- Intendencia, passamos por um Mercado de Comida, e um moço veio nos chamar pra um dos restaurantes. Decidimos comer por lá mesmo. Pedi peixe merluza com acompanhamento (geralmente é purê, arroz ou salada) e um refrigerante. Gastei quase 6000 pesos chilenos. Quando saímos de lá, compramos um picolé (690 pesos chilenos) e seguimos nosso caminho até a Plaza Wheel Wright. Nesse momento, Erika nos deixou porque precisava pegar suas coisas no hostel para ir embora. Eu, Cassy e Lisy ficamos por ali decidindo o que fazer. A maior decepção desse dia foi não poder subir o ascensor Artillería, aquele que dizem ter a melhor e mais bonita vista da cidade. Ele fica bem nessa praça onde nós estávamos. Infelizmente, ele estava em reforma. Até havia outra forma de chegar até lá (pegar uma van e tal), mas preferimos deixar para quando voltarmos pra lá (viajantes otimistas nós). Esse ascensor foi o último lugar do roteiro daquele dia, então começamos a fazer o caminho de volta pela Av. Errázuriz, onde passamos pela Plaza Sotomayor de novo e depois passamos por uma rua que dá pra ver o Reloj Turri de longe.

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Ex-intendencia, agora Comandancia en Jefe de la Armada de Chile – Foto: Ellen Queiroz

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Foto: Ellen Queiroz

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Foto: Cassiany Simões

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Monumento a los Héroes de Iquique, na Plaza Sotomayor – Foto: Ellen Queiroz

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Foto: Cassiany Simões

No caminho, já perto do hostel, passamos por umas vendas, mas nosso destino mesmo era o supermercado comprar algo pra fazer de janta. Havíamos decidido que faríamos o arroz com verduras que vimos uns gringos fazendo no hostel em Buenos Aires.

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Vendinhas – Foto: Ellen Queiroz

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Plaza de los Corazones (ou Plaza de los Artistas), na esquina do hostel – Foto: Ellen Queiroz

Depois de chegar no hostel e tomar um banho, fizemos a janta e sobrou bastante para o outro dia.

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Preparando… – Foto: Lisiany Prestes

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Jantar pronto – Foto: Lisiany Prestes

Nessa noite, saímos atrás de um bar. Duas de nossas opções (Gato en la Ventana e Bitácora) eram perto do nosso hostel, a primeira estava fechada (lembro que era uma segunda-feira) e a segunda não era mais lá, não sei, então decidimos entrar no único que estava por ali: o Ilícito (nome sugestivo né). Entramos lá e ficamos até fechar, o que não foi muito tarde. É incrível como chamamos atenção, as pessoas ficam olhando pra nós, o que é totalmente incômodo, mas né… Teve até um velho bêbado que ficava tentando dar cerveja pra gente ou servir algum dos nossos copos quando eles ficavam vazios. Chaaaato, mas o bar era bom, e a cerveja Becker era boa e barata. Não precisávamos de mais nada.

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Tomando Becker (tira o “er” fica? hahah) no Ilícito (o nome já combina com o nome da cerveja sem o “er”).. – Foto: Lisiany Prestes

Quando estávamos voltando, passamos em frente a um outro bar (El Canario) quase do lado do nosso hostel e parecia muito mais interessante culturalmente do que o outro, do tipo de lugar que despertaria meu interesse em Porto Alegre, mas era um botecão. Só notamos ele porque estava muito mais cheio que antes e parecia que não ia fechar tão cedo. Enfim, fomos dormir porque no outro dia andaríamos mais por Valpa e nos mudaríamos para Viña del Mar, a cidade do relógio de flores.

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