[RELATO] 24º DIA – VIÑA DEL MAR

Quarta-feira – 22 de janeiro de 2014

Bem, o que aconteceu nesse dia é que arregamos e decidimos que íamos ficar só na praia, o que, consequentemente, acabou nos fazendo conhecer muito pouco de Viña. Levamos as garrafas retornáveis para a botellería, conhecemos o Reloj de Flores e fomos almoçar olhando o mar. No caminho até lá, deu pra tirar algumas várias fotos.

Uma rua de um bairro – Foto: Ellen Queiroz

Le Café Journal Bar – Foto: Ellen Queiroz

Trocando os morros coloridos pelo cinza do asfalto – Foto: Cassiany Simões

Foto: Ellen Queiroz

Foto: Ellen Queiroz

Foto: Cassiany Simões

Reloj de Flores e o jardineiro fazendo figuração na foto da galera – Foto: Ellen Queiroz

Mais e mais flores – Foto: Ellen Queiroz

O restaurante que escolhemos foi o Come Caleta (acho que era esse o nome). Comemos peixe reineta com agregado (acompanhamento). Passamos mais tempo comendo que na praia. Tiramos fotos e colocamos nossos pés pela primeira e única vez nas águas do Pacífico. Gelaaaaada!! 

Foto: Ellen Queiroz

Playa Caleta Abarca – Foto: Ellen Queiroz

Personas – Foto: Ellen Queiroz

Come Caleta – Foto: Ellen Queiroz

A comida – Foto: Cassiany Simões

A vista – Ellen Queiroz

Voltamos para o hostel, perguntamos onde havia farmácia e supermercado perto e saímos de novo. Dessa vez, a Cassy é que ficou gripada, então fomos comprar um remédio e depois comprar alguma coisa pra fazer para o jantar. Quer dizer, compramos massa de novo e uma garrafa de vinho. Voltamos para o hostel, nos arrumamos para ir no bar próximo Café Journal, jantamos, mas estávamos tão cansadas, que decidimos não sair e nos guardar porque, no dia seguinte, estávamos indo para Santiago. Ah, relevante (ou não) dizer que a Cassy começou a sentir os efeitos das bed bugs (pulgas de cama) quando estávamos em Viña, mas que tudo começou em Valpo. Eu e a Lisy AINDA estávamos livres.

4 comentários sobre “[RELATO] 24º DIA – VIÑA DEL MAR

  1. Jussara

    Gente, então vocês foram vítimas dos percevejos? Que agonia… Dizem que é terrível conseguir se livrar deles, pois ficam na roupa, entram nas malas/mochilas e podem até ir com a pessoa para o seu destino, e dizem que eles existem até em alguns aviões (medo!). Espero que tenham conseguido se livrar e que eles não tenham estragado o resto da viagem.

    1. ellentsqueiroz Autor da Postagem

      Então, não conseguimos fugir desse triste destino.. ahahha… mas só encontramos elas no Chile. Uma das meninas que se hospedou em dois hostels com a gente tinha o braço tomado de bolas gigantes vermelhas.. Na gente, não foi pra tanto assim, mas, em mim, deixou marcas nas pernas.. Achei sacanagem. hahahah.. E vou te contar: coçaaa esse negóciooo!

      1. Jussara

        Nossa, imagino que coce mesmo; já li um post sobre isso e só de ler me deu coceira. rs E se ficaram marcas na sua perna não deve ter sido pouca coisa. Então vocês conseguiram se livrar facilmente deles? Dizem que eles só morrem pelo calor da secadora e que é preciso lavar toda a roupa. Aqui no Brasil nunca ouvi falar, mas em Buenos Aires já, e agora no Chile… Tenho pavorrr disso porque sou muito alérgica e tenho a pele sensível.

        1. ellentsqueiroz Autor da Postagem

          Olha, não sei por que eu fiquei com marcas porque eu acho que as gurias não ficaram. Acho que minha pele é mais vulnerável a essas coisas. Mas eu não passei nada, esperei parar. Durou apenas alguns dias, sendo que eu peguei só nos nossos últimos dias em Santiago, ou seja, no final da viagem. Mas não fiquei traumatizada não. Acho que na vida de todo mochileiro isso vai acontecer um dia.. e se tivermos sorte, vai ser só uma vez.. aahhaahhaha..

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