[RELATO] 32º e 33º DIAS – SANTIAGO

Quinta-feira – 30 de janeiro de 2014

No dia seguinte, último dia, fomos andar mais pela cidade e ver o que ainda não tínhamos visto. Fomos para a Plaza de Armas, mas dessa vez tiramos fotos dos prédios de linda arquitetura em volta e entramos na catedral, muito linda também.

23Catedral de Santiago – Foto: Ellen Queiroz

24

Foto: Cassiany Simões

25

Foto: Cassiany Simões

26

Foto: Cassiany Simões

27

Em frente ao Correo Central – Foto: Cassiany Simões

Quando saímos de lá, vimos uma idosa parar em um cantinho, baixar as calças e fazer xixi ali mesmo. :shock: Sério, isso aconteceu. Passado o pequeno choque, continuamos nossa caminhada até a Câmara dos Deputados (Ex-Congresso Nacional). É fechada, mas é permitido tirar fotos no jardim, você só tem que pedir para o guarda. Muito lindo o lugar.

24Foto: Ellen Queiroz

28

Foto: Ellen Queiroz

25Nós continuamos a amar fontes – Foto: Ellen Queiroz

Em seguida, passamos à Plaza de la Constitución, onde tem um monumento de Salvador Allende e onde vimos, de surpresa, uma apresentação da guarda do Palacio de La Moneda.

27Monumento a Salvador Allende – Foto: Ellen Queiroz

29Intendencia de Santiago – Foto: Ellen Queiroz

1Foto: Ellen Queiroz

Ó o que a Guarda tava tocando:

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=ihGU0g2M3Qs]

Atrás do Palácio, fica a Plaza de la Ciudadania e o Centro Cultural La Moneda, onde entramos e demos uma olhada nas exposições.

3Plaza de la Ciudadania – Foto: Ellen Queiroz

30Horários do Centro Cultural La Moneda – Foto: Ellen Queiroz

31Uma das esculturas mais lindas e sensacionais da vida – Foto: Ellen Queiroz

32Oficina dentro do museu – Foto: Ellen Queiroz

33Foto: Ellen Queiroz

34Foto: Ellen Queiroz

De lá, andamos, andamos, andamos e conseguimos achar as Calles Londres e Paris. Que ruas mais queridas. Almoçamos empanadas em um bar mais baratinho que aqueles restaurantes pega-turistas de lá.

35Foto: Ellen Queiroz

36Foto: Ellen Queiroz

30

Foto: Cassiany Simões

37

As janelas de Santiago? – Foto: Ellen Queiroz

38

A esquina mais famosa da cidade – Foto: Ellen Queiroz

Se não bastasse tudo que vimos, ainda fomos para o Cerro Santa Lucía, outro lugar lindo. Quase morremos subindo o cerro, mas vale muito a pena.

39Cerro Santa Lucía – Foto: Ellen Queiroz

40

A fonte – Foto: Ellen Queiroz

41

A lenda – Foto: Ellen Queiroz

31

Fazendo um pedido e jogando a moedinha – Foto: Lisiany Prestes

42

Foto: Ellen Queiroz

32

Não aconselhável pelos pais – Foto: Lisiany Prestes

43

Sempre tem uma vista – Foto: Ellen Queiroz

Quando saímos de lá, ainda caminhamos até um xerox, onde a Lisy tinha que imprimir não lembro o que, e já ficamos conversando com o casal dono do lugar, muito simpáticos. Dali, seguimos até o supermercado grande para comprar coisas para comer durante a viagem de volta e comprar pisco. Eu comprei duas garrafas de pisco sour e uma de pisco. Voltamos para o hostel, mas logo, eu e a Lisy, fomos até o parque do Cerro San Cristóbal comprar roupa. A Lisy comprou dois blusões, eu comprei minha tão procurada calça colorida e aproveitei para comprar um blusão também. ::hahaha::
Para a noite, a Cassy tinha combinado de sair com o Mike, e nós (eu e a Lisy) íamos também. Coincidentemente, o lugar que iríamos era o La Piojera, bar que eu queria muito ir. Mike foi nos buscar no hostel, e fomos caminhando até lá, que é uma boa pernada. Passamos por uma exposição muito legal sobre crianças com Síndrome de Down, depois passamos por um pessoal dançando um ritmo típico de lá, não lembro o nome. Quando chegamos no La Piojera, é aquele botecão pé sujo, cheio, pessoas de todas as idades, mas bastante universitários e estrangeiros. Gostei muito do lugar e recomendo. Pedimos logo um terremoto, uma bebida típica rosa com sorvete em cima.

33Terremoto – Foto: Cassiany Simões

Uma hora, eu e a Cassy fomos pegar mais um terremoto e, na volta, fiquei puta com uma chilena que botou o pé para eu cair quando passamos por ela e estávamos voltando para a nossa mesa. ::vapapu:: Meu, a guria nem me conhecia. Como assim?!!! ::toma:: Foi aí que percebemos que as chilenas têm ciúme dos chilenos porque os caras dão em cima mesmo das estrangeiras, e não estão nem aí para as chilenas, que, segundo os chilenos que conhecemos no pub crawl, são todas iguais. :shock: Enfim, eu já estava irritadíssima com os chilenos que enchiam o saco em todos os lugares, mais essa guria aí, só dei uma encarada nela pra ela ver que eu percebi o que ela tentou fazer.
O Mike e os amigos chilenos dele disseram que iam em uma festa (não lembro o nome do lugar). A Cassy queria ir, então eu disse que tudo bem. Daí, rolou um estresse com a Lisy porque ela disse que sabia que a gente não ia cumprir o combinado (que íamos voltar cedo porque tínhamos que acordar cedo), que era falta de parceria e tal. Resolvemos o impasse e combinamos que íamos embora às 2h30.
Chegando na tal festa, Mike e os amigos pagaram pisco para nós sem a gente pedir, mas logo todo mundo se separou. Na volta para casa, pegamos um táxi. Bateu uma fome, então Cassy e Mike nos deixaram no Mc Donalds milagrosamente aberto àquela hora e perto do nosso hostel. Cara, como nós fomos felizes com aquele hambúrguer lindo.
Chegamos no hostel, tinha uma galera do nosso quarto na cozinha, maior zueira, uma guria pegando um cara que conheceu no free walking tour, mas que também estava hospedado no nosso hostel, o chileno guia do tour também estava lá falando nada com nada, contando da vida dele. Acabou que ficamos sozinhas com ele na cozinha, e o cara não parava de falar. Logo nos despedimos dele e fomos dormir. Maior zueira no quarto, mas o pessoal até que foi dormir rápido também.

Sexta-feira – 31 de janeiro de 2014

Cassy chegou de manhã, na hora do café. Importante ressaltar que foi o primeiro café da manhã que teve suco de laranja. Nos outros dias, era suco de pêssego, suco de maçã, suco de sei lá o que, tudo que não gostávamos. Terminamos de arrumar nossas coisas e pegamos um táxi até a rodoviária. Já tínhamos a passagem para Bue (54.000 pesos chilenos pela empresa Cata) desde que chegamos em Santiago, e a de Buenos Aires para Porto Alegre (882,34 pesos argentinos pela empresa Pluma) havíamos conseguido comprar um ou dois dias antes pela internet, depois de umas confusões. Tudo certo. Bora dessa bagaça, que eu não aguento mais! É sério, pra mim, já tinha dado tudo que tinha que dar. À noite, no ônibus, as luzes já desligadas, antes de dormirmos, o cara do “serviço de bordo” puxou assunto com a gente. A gente não deu muita bola, só fomos respondendo o que ele perguntava, até que, no final, ele pergunta se a gente não queria ver a paisagem na cabine do motorista. É óbvio que a gente disse que não. E essa foi a nossa BELÍSSIMA despedida do Chile.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *