De passagem em Colón, San José e Liebig

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Curtindo um solzin na casa do nosso host Rauly

Já na ruta 14, depois de menos de 10 minutos, quebramos uma das nossas teorias pedindo carona no Uruguay: carro vermelho nunca pára. Facundo parou com seu carro bem vermelho e nos levou até Concepción de Uruguay (olha a ironia da vida aí), fez um tour pela cidade com a gente e nos deixou no terminal, onde poderíamos pegar um ônibus baratinho para Colón. Chegando lá, conseguimos nos comunicar com Rauly, que também nos hospedaria pelo Couchsurfing. Ele foi nos buscar e, já em sua casa, que não fica dentro da cidade, conversamos bastante e cozinhamos.

No outro dia, aproveitamos para descansar e só saímos pela tarde, super bem acompanhadas pelos dois cachorros dos vizinhos de Rauly, até uma praia muito bonita que tem ali perto.

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Ficamos um pouquinho lá e depois caminhamos pela estrada com intenção de chegar em Colón para ir ao supermercado, mas, depois de um tempão caminhando, entramos no primeiro que apareceu. Voltamos com os cães sãos e salvos, cozinhamos, tomamos cerveja e, quando Rauly chegou, conversamos mais.

Na tarde seguinte, Rauly nos levou para conhecer Liebig, o povoado da carne enlatada, outra parte da praia que fomos no dia anterior e a estância de sua família.

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Monumento à carne enlatada

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Não sabemos descrever essa foto… ahhahah

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À noite, ele cozinhou para nós guiso de lentejas, que foi o melhor que comemos até agora, e ficamos escutando música e conversando.

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Nos sentimos muito confortáveis e amamos o Rauly, por isso, ao invés de 1 noite, acabamos ficando 3. Fomos embora de lá tristes tanto por deixá-lo quanto por ter de desistir de ir para Paraná por falta de host, mas felizes de já termos casa garantida em Santa Fé, para onde seguimos na manhã seguinte, depois de Rauly nos deixar na Ruta 130.

A manhã começou bem com uma mulher parando para gente depois de uns 20 minutos esperando. Era Vanina, professora que nos deixou na entrada de Villa Eliza.

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Vanina

Daí, Alejandro nos deixou na saída do povoado, onde seria mais fácil conseguir carona. Roberto parou não muito tempo depois e nos deixou na saída de Villaguay, na ruta 18, a correta para seguirmos até Santa Fé. Felizes porque era perto das 11h e já estávamos ali, comemos bergamotas e voltamos a pedir carona. Coco e Juani pararam e nos disseram que nos deixariam em uma estrada mais perto e também direta (a Ruta 12), mas acabaram nos atrasando e deixando um pouco mais longe. Na verdade, fizeram mais do que isso: mudaram toda a nossa sorte. Aí, passavam muito menos carros e ficamos mais de duas horas, até que um moço parou e nos levou até Nogoyá, onde ficamos mais um tempão tentando carona, mas ninguém parava. Como estava ficando meio tarde, desistimos e fomos caminhando sofridamente até a rodoviária. Lá, descobrimos que o ônibus até Paraná era só às 21h e que não havia outra alternativa a não ser esperar por ele. Compramos as passagens, compramos um sanduíche e umas bolachas e, chegada a hora, seguimos caminho, muito cansadas. No terminal de Paraná, compramos e já embarcamos no ônibus para Santa Fé, onde chegamos perto da meia-noite e tomamos um remis até a casa do Gerardo, que se ofereceu pelo Couchsurfing para nos hospedar. Cama doce cama.

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